Olá, ouvinte e leitor desocupado! Obrigado por sua audiência e amizade de sempre!

Este é o post de estréia de nossa seção de REVIEWS, onde iremos postar impressões, dicas, conselhos, indicações e sugestões de todo tipo de produto e/ou serviço que possa ser do seu interesse! Sim, porque se você ouve nosso podcast e acompanha as atualizações do nosso site, é bem provável que em algum momento tenhamos gostos e interesses parecidos, certo?

Mas não espere um REVIEW técnico e especializado como fazem nossos amigos do weRgeeks… Não, essa parte deixaremos para os especialistas. O que vamos relatar aqui serão nossas impressões e sensações, compartilhando com você a experiência do uso diário dos gadgets!

A idéia para este post nasceu em Janeiro de 2011, durante a Campus Party Brasil. Foi lá que conheci a Cassita e o pessoal da Edelman, a agência de RP que tem, entre outros diversos clientes de garbo e elegância, a Samsung Brasil!

Quando  ela soube que eu estava usando o terceiro aparelho celular da Samsung (por causa da facilidade em transferir a agenda de contatos ao trocar de aparelho) mas ainda não tinha experimentado usar um smartphone, surgiu a seguinte idéia mirabolante: experimentar, por 6 meses, smartphones e tablets Samsung, e depois contar pra todo mundo o que achei! Claro que topei na hora!

Samsung Galaxy S

Assim, em poucos dias recebi aquele que seria o meu primeiro smartphone: o Samsung Galaxy S! E adianto que a Cassita fez uma baita “sacanagem” ao me mandar esse aparelho logo de cara. Vai vendo…

Os primeiros dois dias com o Galaxy S nas mãos promoveram uma verdadeira revolução na minha vida de usuário ativo de internet e redes sociais! A primeira pergunta que me fiz foi “como consegui ter ficado até agora sem um smartphone?”. Meu amigo Tato Tarcan classificou essa sensação como “a descoberta de um mundo sem volta”. E ele tinha toda razão!

A “sacanagem” a que me referi acima está no fato da minha primeira experiência com um smartphone ser exatamente com um Galaxy S e ao fato de ficar, digamos, extremamente mal acostumado. Sim, porque o uso cotidiano desse aparelho é, como diria o Prof. Maury, uma “coisa linda de Deus”!

Estranhei quando o GPS não funcionou direito, mas essa questão foi resolvida ao atualizar o firmware para a versão 2.2 (Froyo) do Android pelo Samsung Kies. A partir daí, ficou lindo! E minutos depois da atualização, coloquei o bichinho à prova quando precisei ir a uma reunião com os meninos do weRgeeks (num boteco, logicamente…), num local que eu desconhecia totalmente. A experiência em dizer o endereço de destino e ver o GPS traçando a rota instantaneamente, usar o navegador no painel do carro e conseguir chegar sem errar uma rua sequer em menos de 20 minutos foi algo mágico! Foi como se eu tivesse entrado no país dos espelhos, no mundo de Oz ou na Terra Média. Algo que eu, sinceramente, não esperava.

O único problema no uso do Galaxy S foi realmente a duração da bateria, já que permaneci conectado 24/7, fosse na rede 3G ou em casa na rede wireless. Mas isso era de se esperar. Cheguei a deixar a rede e os aplicativos desligados durante 2 dias, e a bateria durou bem apenas para chamadas de voz.

Ele tem um design estiloso, é leve e processa rápido, além de ter o display Super Amoled que mantém as cores são vivas e vibrantes mesmo durante o dia, ao ar livre! Maravilhoso pra quem é meio cegueta como eu!

O grande problema de ter usado o Galaxy S por quase 3 meses foi ter ficado extremamente mal acostumado. Sim, porque depois disso, passei a nivelar todos os smartphones que tive nas mãos tendo ele como referência…

Samsung Galaxy Tab

Quando devolvi o Galaxy S, recebi o tão esperado Galaxy Tab. E a partir daí, por 1 mês inteiro, pude experimentar tudo o que essa belezinha tem a oferecer!

A primeira coisa a ser dita é que esse tablet definitivamente NÃO É um “smartphonão”, como diriam alguns. A experiência de uso é totalmente diferente de um smartphone.

Primeiro, porque não usei o Galaxy Tab como telefone. Logo de cara percebi – após fazes o teste – que ele não serve pra ser levado no bolso. Óbvio. Também não achei prático ficar carregando o fone bluetooth pra cima e pra baixo. Então, preferi usa-lo como o que ele realmente é: um tablet, ora bolas!

Na mesa de trabalho, ele deu conta do uso diário para acessar e-mails e redes sociais, usar a agenda de contatos e compromissos (Deus abençoe o Android por sincronizar minha vida…) e até mesmo como notebook para anotação de reuniões. Um pouco pequeno, talvez, mas eficiente, sem dúvida.

A TV Digital integrada chegou mesmo a me salvar de um congestionamento monstro na Imigrantes, em horário de pico. Sim, porque as rádios não noticiavam o acontecido, mas o helicóptero do “Comandante ABilton” estava lá, mostrando a desocupação de um terreno às margens da rodovia. Salvo graças à TV do Galaxy Tab e – quem diria – do Datena!

Mas o mais bacana mesmo foi o uso dos aplicativos Android na tela do Galaxy Tab! Extremamente viciante! O quê? Não, claro que não estou me referindo ao Andry Birds… De onde você tirou essa idéia? =P

Difícil mesmo era tirar o Tab das mãos dos meninos, à noite, antes de dormirem. “Não, pai, deixa a gente passar só mais essa fase do ‘Jogo do Passarinho’, vai…”. Qual pai resistiria ao apelo, hein?

O pessoal do escritório parava, olhava, pedia pra testar, e assim o mês passou rápido. Mas uma vez, difícil mesmo foi largar o bichinho

Samsung Galaxy 5

Foi quando a Cassita me disse que enviaria o Galaxy 5, que eu já estava pedindo há algum tempo. Alguns amigos até já tinham comprado por indicação, mas eu mesmo ainda não experimentado.

Minha primeira impressão foi que o Galaxy 5 seria pequeno demais. Mas eu estava enganado. Ele é leve, tem tudo o que um smartphone Android precisa, é rápido e raramente trava. Além de caber direitinho no bolso da camisa ou da calça, sem incomodar. Só não esquece de ativar a vibração, porque os speakers na parte de trás são facilmente abafados.

A câmera pode desagradar aos mais exigentes, e o display é realmente um tanto pequeno para quem tem dedos górdos como eu. Mas no mais, nada mais. O pequenino é jogo duro!

A bateria precisa ser carregada diariamente, mas pra quem é heavy user de smartphones, isso não é novidade nenhuma. Ter um carregador em casa e outro na mochila é essencial. Ou veicular, se você fica muito tempo no trânsito.

É um aparelho honesto, um ótimo modelo de entrada pro mundo Android, que não deixa nada a desejar comparado a outros “irmãos maiores”!

Em muito pouco tempo, o Galaxy 5 deixou de ser meu telefone reserva e passou pro posto de aparelho principal. E não é que estou com ele aqui, enquanto escrevo este post? E a Cassita que se cuide, porque se depender de mim, não devolvo mais (a menos que ela me mande o Galaxy SII antes do previsto…) =P

Enfim, o post ficou longo, eu sei, mas espero ter conseguido passar um pouco de como foram os últimos seis meses na companhia agradável e prática desses maravilhosos gadgets da Samsung.

Pelo visto, não devo largar a marca tão cedo. Pelo menos por mais alguns aparelhos…

Ah, sim, esse post NÃO foi pago. É o mínimo que eu poderia fazer em agradecimento pelo fato te ser sido finalmente introduzido (uuuui!) no mundo dos smartphones!

Valeu, Samsung!